Game of Thrones tem estreia da última temporada neste domingo (14)

Serão seis episódios para concluir o oitavo ano


A espera acabou: a oitava e última temporada de Game of Thrones estreia neste domingo (14). Após ficar 2018 sem uma transmissão na TV, a série épica retorna com muita expectativa em cima dos seis novos episódios. A HBO transmite o episódio de estreia a partir das 22h no Brasil.

Esta será a conclusão da saga que começou em 2011 com a adaptação das “Crônicas de Gelo e Fogo”, livros do autor George R.R. Martin.

A série foi criada pelos showrunners David Benioff e D.B. Weiss e logo tornou-se um fenômeno mundial. De acordo com Richard Plepler, presidente da HBO, os episódios são “como seis longas-metragens”.

Acompanhe os Jornaleiros para ler as análises dos episódios um dia após a transmissão na televisão.


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Netflix lança 1ª temporada de “After Life – Vocês vão ter de me engolir”

Ricky Gervais estrela a série


Com pitadas de humor e drama, a série original Netflix “After Life – Vocês vão ter que me engolir” terá a estreia da primeira temporada nesta sexta-feira (08). O premiado ator britânico Ricky Gervais estrela e também escreve e dirige os seis episódios programados.

After Life acompanha Tony, um homem desconsolado com a morte de sua mulher Lisa. Depois do ocorrido, ele se transforma em um cara insuportável na tentativa de espantar todos que querem ajuda-lo. Mesmo assim, as pessoas próximas vão se esforçar para trazer de volta aquela boa pessoa que ele costumava ser.

Gostou? Então aproveite o fim de semana para maratonar a nova série da Netflix.


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Segunda temporada de “A.P. Bio” estreia na quinta-feira (07)

Série de comédia é transmitida pela NBC


Aos que gostam de comédia na televisão com ambientação em escolas, a série “A.P. Bio” é uma boa opção. A segunda temporada estreia na quinta-feira (07) na NBC e no serviço de streaming da televisão americana.

A trama gira em torno de Jack Griffin (Glenn Howerton), professor de filosofia que perde o trabalho dos sonhos em Harvard para o rival Miles Leonard (Tom Bennett). Jack volta à cidade de Toledo, em Ohio, para trabalhar como professor de biologia avançada na escola de ensino médio Whitlock.

Porém, o frustrado professor deixa bem claro que não vai ensinar biologia e decide usar os alunos a seu favor para se vingar de Miles. Gostou da história? Então não perca a chance e prepara a pipoca para acompanhar a série.


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Ricardo Boecht, o jornalista que partiu e levou um pouco da profissão


O ano de 2019 começou com tragédias que chocaram o país e o mundo. A queda do avião que transportava o jogador argentino Emiliano Sala
no mar, o rompimento da barragem em Brumadinho, em Minas Gerais, o incêndio no CT do Flamengo e, quando as coisas pareciam ter acalmado, a notícia de que o jornalista Ricardo Boechat havia morrido na queda de um helicóptero comoveu à todos.

De imediato, pessoas do meio jornalístico, colegas de trabalho e telespectadores prestaram condolências e manifestaram sentimentos a respeito da grande perda. Sim, pode-se dizer que foi como se um pouco do jornalismo brasileiro tivesse morrido junto. Vamos conhecer um pouco mais o grande Boechat.

TRAJETÓRIA

Ricardo Boechat tinha quase 50 anos de trajetória no jornalismo e era um dos profissionais mais premiados da área. Ele começou a carreira em 1970 no Diário de Notícias, do Rio, jornal já extinto. Passou pela maioria dos grandes jornais, canais de televisão e rádios do país. Por último, era âncora do Jornal da Band e na BandNews FM. Também era colunista na revista IstoÉ.

Boechat ganhou três prêmios Esso, o mais importante da área. O primeiro foi em 1989, com uma reportagem sobre a corrupção na Petrobrás, pela Agência Estado. Os outros foram em 1992, na categoria Informação Política e em 2001, na categoria Informação Econômica. 

Depois do Diário de Notícias, trabalhou na coluna de Ibrahim Sued, no jornal O Globo. Em 1983, integrou a equipe da coluna Swann, onde assumiu titularidade dois anos depois. 

Em 1987, trabalhou na Secretaria de Comunicação Social do Rio de Janeiro, durante a gestão Moreira Franco e, depois, foi para o Jornal do Brasil. Nos anos 80, trabalhou na filial carioca do jornal O Estado de S. Paulo. E em 1989, voltou pra coluna Swann, do jornal O Globo, que, mais tarde, passou a se chamar Boechat.

Tornou-se colunista do Jornal do Brasil e foi diretor de redação durante um ano. Também foi colunista no SBT e do jornal O Dia, do Rio, além de ter sido professor da Faculdade da Cidade.

Em 1997, ganhou um quadro de opinião no jornal Bom Dia, Brasil, da TV Globo. Logo depois, se tornou diretor de jornalismo do Grupo Bandeirantes no Rio. Em 2006, virou âncora do Jornal da Band e começou, também como âncora, na BandNews FM logo em seguida.

Outros prêmios conquistados: White Martins de Imprensa, nove Comunique-se (2007, 2010 e 2012, na categoria âncora de TV; 2006, 2008 e 2010, como apresentador/âncora de rádio; e 2008, 2010 e 2012, como colunista de notícia).

Vai deixar saudades

Nas publicações em redes sociais, as pessoas fizeram questão de destacar seu jeito único de fazer o jornalismo.

“Como amar Ricardo Boechat sendo que ele me incomodava religiosamente em todas as manhãs? Como odiar Ricardo Boechat se ele me fez ver como impossível a missão de viver os dias sem discutir via rádio com ele de forma absolutamente intensa e, por vezes, até um tanto deselegante?”, diz um trecho do texto disponível no Hypeness.

O tom crítico e sem se deixar intimidar por quem quer que fosse, também foi uma marca registrada de Boechat. “O que eu mais admirava nele era a forma de criticar, o jeito Boechat de fazer as críticas, independente do assunto que fosse”, disse o comentarista Júnior, no SporTV.

E para nós, jovens jornalistas calouros na profissão, o conselho experiente de quem sabia o que dizia e fazia, era o seguinte: “preparem-se para sofrer, mas um sofrimento que dá sentido à vida”. E assim, seguiremos lutando pela profissão, pelo espaço, pelo reconhecimento que merecemos. Sempre lembrando de quem foi ele, Ricardo Boechat.

#BoechatEterno

Encerramento do Jornal da Band.


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